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Ibovespa sobe puxado por Vale e aposta de PEC desidratada

SÃO PAULO (Reuters) – O Ibovespa fechou em forte alta nesta terça-feira, com ações de mineradoras e siderúrgicas entre as maiores altas na esteira de notícias da China e Petrobras mostrando desempenho robusto, ampliando a recuperação no mês, mas ainda distante das máximas. Investidores também se apoiaram em expectativas de que a PEC da Transição, que abre uma exceção à regra do teto de gastos por quatro anos para custear o Bolsa Família e começou a tramitar no Senado, possa ser desidratada no Congresso. Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa subiu 1,96%, a 110.909,61 pontos. Na máxima, chegou a 112.187,11 pontos. O volume financeiro na bolsa paulista nesta sessão somava 27,8 bilhões de reais. Análise técnica do Itaú BBA afirmou que o Ibovespa continua indefinido no curto prazo, mas que se ultrapassar os 112.600 pontos ganhará novo impulso em busca dos 114.000, 117.000 e 118.300 pontos, segundo […]

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Economista vê distorção com IPCA desatualizado

O espaço para aumento de despesas do governo eleito em 2023 poderá superar em mais R$ 24 bilhões o valor que vem sendo negociado na Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Transição, de cerca de R$ 200 bilhões. O cálculo é do economista-chefe da XP, Caio Megale. Isso porque a estimativa de inflação utilizada no Orçamento do ano que vem é maior do que a taxa esperada atualmente. Se o indicador não for atualizado, o valor do limite para as despesas do governo ficará defasado, permitindo uma gordura extra de gastos da ordem de R$ 24 bilhões. O teto de gastos é uma regra que limita o crescimento das despesas do governo a cada ano à variação da inflação oficial, o IPCA. Porém, enquanto o projeto do Orçamento de 2023 foi feito com uma previsão de 7,2% para o IPCA deste ano, a taxa efetivamente esperada pelo mercado tem […]

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Secex divulga dados da balança comercial de novembro na próxima quinta

A Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia divulga na próxima quinta-feira, 1º de dezembro, os dados da balança comercial brasileira do mês de novembro. Não haverá divulgação dos resultados da quarta semana do mês na próxima segunda-feira. Os dados da balança serão divulgados às 15h. Em seguida, o subsecretário de Inteligência e Estatísticas de Comércio Exterior, Herlon Brandão, e do coordenador-geral de Estatísticas, Saulo Castro, darão entrevista para comentar os números. Fonte : Economia.UOL

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Escala do Open Finance depende de mais participantes, principalmente fintechs

Ainda que o Open Finance no Brasil esteja muito à frente de outros países, com mais de seis milhões de consentimentos ativos, segundo o Banco Central, o crescimento da iniciativa de modo a beneficiar cada vez mais pessoas com melhores condições de crédito depende da entrada de novos participantes. Na quarta-feira, 23, no evento BB Digital Week, do Banco do Brasil, a executiva de Open Finance do BB, Karen Machado, argumentou que, para escalar a iniciativa, é necessário que novos participantes entrem, principalmente as fintechs, que não têm participação obrigatória na maioria das fases. “A gente recebe muita reclamação de cliente que não entende porque não pode compartilhar dados da instituição X. Para o cliente isso é muito estranho, por que determinada instituição não está na lista? Por que não posso compartilhar de qualquer uma? Ele não sabe o que é participante obrigatório. Para de fato toda população poder fazer […]

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Ibovespa recua na abertura com cenário doméstico ainda preocupando

SÃO PAULO (Reuters) – O Ibovespa recuava nos primeiros negócios desta quarta-feira, com preocupações sobre o cenário fiscal do país ainda minando o ânimo de agentes financeiros, que também monitoram os desdobramentos de questionamento pela coligação do presidente Jair Bolsonaro (PL) sobre o resultado da eleição. Às 10:11, o Ibovespa caía 0,56%, a 108.422,76 pontos. No exterior, notícias sobre casos de Covid na China continuam no radar, mas, nesta sessão, também deve ocupar os holofotes a ata da última decisão de juros do banco central norte-americano, que pode ajudar a calibrar apostas para os próximos passos do Federal Reserve. Fonte : Economia.UOL

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OCDE: crescimento da economia mundial registrará desaceleração em 2023

O crescimento da economia mundial passará de 3,1% este ano para 2,2% em 2023, com uma leve alta a 2,7% em 2024 – afirmou a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômicos (OCDE), nesta terça-feira (22), em suas previsões atualizadas. No ano passado, o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) mundial foi de 5,9%. Publicidade Em um contexto de guerra na Ucrânia, “o crescimento está a meio mastro, a inflação elevada persiste, a confiança se deteriorou, e a incerteza é alta”, observa a organização com sede em Paris. Para seu economista-chefe interino, Álvaro Santos Pereira, “a economia mundial vive sua mais grave crise energética desde os anos 1970”, que levou a inflação “a níveis sem precedentes em várias décadas e está deprimindo o crescimento em todo mundo”.  A alta de preços deve atingir uma média de 8% neste ano nos países do G20, grupo que reúne as principais economias do planeta, […]

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O sinal amarelo da inadimplência.

A escalada da taxa básica de juros – que passou de 2%, no início de 2021, para os atuais 13,75% ao ano – tem feito estragos na vida dos consumidores e das empresas. A inadimplência atingiu nível recorde: segundo estudo da Fecomércio-SP, na virada do semestre 29% das famílias nas capitais brasileiras tinham alguma conta em atraso – a maior marca da série, iniciada em 2010. O avanço da inadimplência acendeu o sinal amarelo para bancos e varejistas, que viram os resultados do terceiro trimestre prejudicados, em parte, pelo calote. Preocupados, ficaram mais cautelosos na aprovação de novos financiamentos e aumentaram as reservas para perdas futuras com o crédito, em meio a um cenário de juros ainda elevados e o baixo crescimento da economia brasileira esperado para 2023. Com queda nos lucros no terceiro trimestre, Bradesco e Santander, instituições com forte atuação no financiamento ao consumidor, por exemplo, ampliaram as […]

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Petróleo afunda após semana de perdas vertiginosas

O petróleo acelerou sua queda nesta sexta-feira (18), após uma semana de perdas vertiginosas provocadas pela preocupação dos investidores com um aumento do número de casos de covid-19 na China, assim como com um panorama econômico mundial deprimido. Por volta das 12h10 (horário de Brasília), o barril do West Texas Intermediate (WTI) americano para entrega em dezembro perdia 3,91%, a US$ 78,45. Com entrega em janeiro de 2023, seu equivalente europeu, o Brent do Mar do Norte, caía 3,85%, a US$ 86,32 por barril.  “Os preços do petróleo continuam caindo em um contexto de perspectivas econômicas cada vez mais sombrias e de um aumento dos casos de coronavírus na China”, afirmou Craig Erlam, analista da Oanda. “O petróleo caminha para uma perda semanal considerável” de 12% para o WTI, e 10%, para o Brent, “devido à intensificação dos temores relacionados com as perspectivas sombrias da demanda”, disse Lukman Otunuga, analista […]

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Wall Street fecha ligeiramente em baixa

A bolsa de Nova York fechou ligeiramente em baixa nesta quinta-feira (17), sem impulso após declarações de diretores da Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) que elevaram as taxas dos títulos do Tesouro. O índice Dow Jones teve uma leve queda de 0,02%, indo a 33.546,32 pontos, enquanto o Nasdaq perdeu 0,35% e foi a 11.149,96 unidades e o S&P 500, 0,31%, caindo a 3.946,62. No mercado de títulos do Tesouro, os rendimentos daqueles de 10 anos subiram 3,77%, em comparação aos 3,69% de quarta-feira, o que pressionou a baixa das ações no começo do dia. “Essa inquietação do mercado se atenuou depois e os investidores focaram nas empresas que tiveram melhores resultados”, como as lojas Macy’s e o grupo de tecnologia Cisco, afirmou Art Hogan, estrategista da B. Riley Wealth Management.  “Parece que encontramos uma resistência técnica, principalmente para o S&P 500, que fechou abaixo de 4.000 […]

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Mercado põe no radar aperto nos juros

As incertezas em torno da mudança da atual âncora fiscal e as discussões para tirar o Auxílio Brasil do teto de gastos realimentaram no mercado a discussão sobre o risco de uma política monetária mais apertada no próximo governo – com a postergação de cortes ou mesmo novas altas das taxas de juros. A avaliação é de que uma expansão fiscal de até R$ 175 bilhões para garantir o cumprimento de parte das promessas eleitorais do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) poderia ter impacto nos índices de inflação, tornando ainda mais difícil a tarefa do Banco Central de levar o indicador para próximo da meta. Nas projeções do mercado, o aumento de gastos públicos também poderia impedir a estabilização da dívida bruta, mesmo que esse crescimento seja limitado pela inflação nos anos subsequentes. “Se for mesmo alguma coisa próxima de R$ 200 bilhões de gasto adicional, você […]

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