{"id":8610,"date":"2022-08-08T14:55:42","date_gmt":"2022-08-08T17:55:42","guid":{"rendered":"http:\/\/escritoriomodelo.com\/site\/?p=8610"},"modified":"2022-08-08T14:55:44","modified_gmt":"2022-08-08T17:55:44","slug":"economia-da-argentina-faz-brasileiro-se-sentir-quase-rico-compare-precos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/escritoriomodelo.com\/site\/economia-da-argentina-faz-brasileiro-se-sentir-quase-rico-compare-precos\/","title":{"rendered":"Economia da Argentina faz brasileiro se sentir quase rico; compare pre\u00e7os"},"content":{"rendered":"\n<p>A situa\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica na Argentina piora a cada dia. Segundo o Indec (Instituto Nacional de Estat\u00edsticas e Censos), a infla\u00e7\u00e3o no pa\u00eds em junho foi de 5,3%. O acumulado dos \u00faltimos 12 meses \u00e9 de 64%. O c\u00e2mbio tamb\u00e9m sofre, e o peso argentino est\u00e1 desvalorizado. Brasileiros que visitam o pa\u00eds t\u00eam a sensa\u00e7\u00e3o de estarem quase ricos, conseguindo comprar produtos por pre\u00e7os muito menores do que aqui. Um prato feito popular custa em torno de R$ 8 e uma pizza grande, cerca de R$ 22.<\/p>\n\n\n\n<p>Por que o real est\u00e1 valorizado na Argentina? Em virtude da crise financeira, o governo argentino toma medidas para evitar que o c\u00e2mbio se desvalorize muito e prejudique os n\u00fameros da economia. Na cota\u00e7\u00e3o oficial, R$ 1 equivalia a 25,21 pesos argentinos no final de julho.<\/p>\n\n\n\n<p>S\u00f3 que no pa\u00eds h\u00e1 um c\u00e2mbio paralelo. Bancos e empresas como a Western Union, fazem legamente o servi\u00e7o de c\u00e2mbio paralelo. O valor de R$ 1 no fim de julho era equivalente a 59,44 pesos argentinos. Ou seja, mais que o dobro da cota\u00e7\u00e3o oficial do pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n<p>No caso da Western Union, o c\u00e2mbio utilizado \u00e9 o chamado blue chip swap, que \u00e9 o destinado a transa\u00e7\u00f5es correntes na Argentina \u2014 ou seja, reflete um valor real da moeda americana, no dia da defini\u00e7\u00e3o da troca, e n\u00e3o um n\u00famero fixado pelo governo, como ocorre no caso do c\u00e2mbio oficial.<\/p>\n\n\n\n<p>Voc\u00ea pode fazer a troca cambial com pix, enviando reais para a Western Union e sacando em pesos em uma das lojas da empresa na Argentina. As taxas cobradas s\u00e3o: 3% do valor da transa\u00e7\u00e3o e 1% de imposto federal. H\u00e1 um limite de envio mensal de R$ 6.000.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 arriscado usar o c\u00e2mbio paralelo? \u00c9 importante destacar que h\u00e1 empresas legalizadas que fazem esse servi\u00e7o. O turista que for para a Argentina precisa ficar atento para n\u00e3o cair em golpes aplicados por cambistas na rua, que podem passar notas falsificadas.<\/p>\n\n\n\n<p>Quais as diferen\u00e7as de pre\u00e7os? Com base no c\u00e2mbio praticado pela Western Union, pesquisou para ver se realmente consumir na Argentina \u00e9 mais barato que no Brasil. A resposta \u00e9 sim \u2014e em diversos segmentos. Veja exemplos a seguir:<\/p>\n\n\n\n<p>Alimenta\u00e7\u00e3o: Em Buenos Aires, o pre\u00e7o m\u00e9dio de um Bic Mac \u00e9 620 pesos, equivalente a R$ 10,43. \u00c9 um pouco mais barato do que o produto encontrado no Rio de Janeiro, que sai a R$ 12,90.<\/p>\n\n\n\n<p>No Subway, um pedido de frango com cheddar, de 30 cm, em Ros\u00e1rio, custa 1.310 pesos, ou R$ 22,04. J\u00e1 em uma franquia de S\u00e3o Paulo, o valor \u00e9 R$ 36,30.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo sites especializados em viagens, um prato feito no pa\u00eds sai em m\u00e9dia por 500 pesos, equivalente a R$ 8,41. A depender da cidade em que estiver, esse pre\u00e7o pode ser maior. Os tradicionais vinhos argentinos custam, em m\u00e9dia, R$ 18 nos restaurantes de Buenos Aires.<\/p>\n\n\n\n<p>Um cachorro-quente, em m\u00e9dia, custa R$ 2,20. E uma pizza grande \u00e9 encontrada na faixa de R$ 22. Boas op\u00e7\u00f5es para comer junto da fam\u00edlia.<\/p>\n\n\n\n<p>Transporte p\u00fablico: O metr\u00f4 tamb\u00e9m fica mais em conta. Para usar o transporte, \u00e9 preciso comprar o cart\u00e3o SUBE, que custa 90 pesos (R$ 1,51). Cada viagem sai por 30 pesos (R$ 0,50), valor bem abaixo do praticado nas principais capitais brasileiras. Em S\u00e3o Paulo, a passagem custa R$ 4,40.<\/p>\n\n\n\n<p>Se n\u00e3o quiser experimentar o transporte p\u00fablico, locomover-se por aplicativo tamb\u00e9m \u00e9 barato. Uma corrida entre o Aeroporto Internacional de Buenos Aires e o Obelisco, no cora\u00e7\u00e3o da capital argentina, custa 2.740 pesos (R$ 46,10). A dist\u00e2ncia entre os dois lugares \u00e9 de 32 quil\u00f4metros.<\/p>\n\n\n\n<p>Uma corrida por aplicativo do aeroporto de Guarulhos para o aeroporto de Congonhas, ambos em S\u00e3o Paulo, sai por cerca de R$ 84. A dist\u00e2ncia entre eles \u00e9 de 34 quil\u00f4metros.<\/p>\n\n\n\n<p>Passeios: H\u00e1 museus gratuitos e outros que cobram a entrada. O museu do Boca Juniors, que contempla a visita ao Est\u00e1dio La Bombonera, custa para visitante estrangeiro, 1.100 pesos (R$ 18,51). As crian\u00e7as pagam menos, 700 pesos (R$ 11,78). Esse \u00e9 o mesmo valor para quem for visitar o Museu de Arte Latinoamericano.<\/p>\n\n\n\n<p>O Museu do Argentinos Juniors, que conta parte da hist\u00f3ria de Maradona, tem entrada de 500 pesos (R$ 8,41). Menores de 12 anos n\u00e3o pagam para entrar. O ingresso no Museu do Futebol, no est\u00e1dio do Pacaembu, em S\u00e3o Paulo, custa at\u00e9 R$ 20.<\/p>\n\n\n\n<p>O valor de 500 pesos \u00e9 o mesmo para entrar no Museu de Buenos Aires, que conta a hist\u00f3ria e a cultura da capital argentina.<\/p>\n\n\n\n<p>Futebol: Para quem \u00e9 apaixonado por futebol, ir a lojas oficiais de Boca Juniors e River Plate tamb\u00e9m \u00e9 interessante. As camisas custam entre R$ 235,51 e R$ 252,33. Ambos os times s\u00e3o patrocinados pela Adidas. Para efeito de compara\u00e7\u00e3o, as camisas de Flamengo e Atl\u00e9tico-MG, tamb\u00e9m patrocinadas pela Adidas, custam R$ 299,99 na loja oficial da empresa de material esportivo.<\/p>\n\n\n\n<p>Com R$ 100 na loja do Boca, por exemplo, voc\u00ea consegue comprar uma t\u00e1bua de picar carne, um abridor de latas, uma bacia para alimentar pets, quatro garrafas de \u00e1gua e uma toalha de rosto. Na do River, com o mesmo valor, voc\u00ea consegue comprar a t\u00e1bua de picar carne, a garrafa de chimarr\u00e3o, um gorro e um abridor de lata.<\/p>\n\n\n\n<p>Roupas: O setor de vestu\u00e1rio \u00e9 mais barato, mas nem tanto quanto outros itens. Em uma loja Renner em C\u00f3rdoba, um dos destinos tur\u00edsticos mais visitados, o pre\u00e7o de uma cal\u00e7a jeans preta masculina chega a R$ 103,95. No Brasil, em uma loja da mesma empresa, o valor varia entre R$ 119,90 e R$ 139,90, a depender do modelo.<\/p>\n\n\n\n<p><em>Fonte : Economia.UOL<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A situa\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica na Argentina piora a cada dia. Segundo o Indec (Instituto Nacional de Estat\u00edsticas e Censos), a infla\u00e7\u00e3o no pa\u00eds em junho foi de 5,3%. O acumulado dos \u00faltimos 12 meses \u00e9 de 64%. O c\u00e2mbio tamb\u00e9m sofre, e o peso argentino est\u00e1 desvalorizado. Brasileiros que visitam o pa\u00eds t\u00eam a sensa\u00e7\u00e3o de estarem quase ricos, conseguindo comprar produtos por pre\u00e7os muito menores do que aqui. Um prato feito popular custa em torno de R$ 8 e uma pizza grande, cerca de R$ 22. Por que o real est\u00e1 valorizado na Argentina? Em virtude da crise financeira, o governo argentino toma medidas para evitar que o c\u00e2mbio se desvalorize muito e prejudique os n\u00fameros da economia. Na cota\u00e7\u00e3o oficial, R$ 1 equivalia a 25,21 pesos argentinos no final de julho. S\u00f3 que no pa\u00eds h\u00e1 um c\u00e2mbio paralelo. 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