{"id":8460,"date":"2022-04-20T12:46:07","date_gmt":"2022-04-20T15:46:07","guid":{"rendered":"http:\/\/escritoriomodelo.com\/site\/?p=8460"},"modified":"2022-04-20T12:46:09","modified_gmt":"2022-04-20T15:46:09","slug":"cni-95-das-pessoas-sentiram-alta-dos-precos-nos-ultimos-6-meses-diz-pesquisa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/escritoriomodelo.com\/site\/cni-95-das-pessoas-sentiram-alta-dos-precos-nos-ultimos-6-meses-diz-pesquisa\/","title":{"rendered":"CNI: 95% das pessoas sentiram alta dos pre\u00e7os nos \u00faltimos 6 meses, diz pesquisa"},"content":{"rendered":"\n<p>Com a infla\u00e7\u00e3o persistentemente alta apesar das sucessivas eleva\u00e7\u00f5es de juros pelo Banco Central, a popula\u00e7\u00e3o tem sentido cada vez mais no bolso o peso da alta dos pre\u00e7os disseminada por todos os setores da economia. De acordo com pesquisa encomendada pela Confedera\u00e7\u00e3o Nacional da Ind\u00fastria (CNI), 95% das pessoas sentiram que tudo ficou mais caro nos \u00faltimos seis meses. O porcentual \u00e9 bem maior que os 73% registrados em novembro do ano passado.<\/p>\n\n\n\n<p>Os dados fazem parte da pesquisa &#8220;Comportamento e economia no p\u00f3s-pandemia&#8221;, realizada pelo Instituto FSB Pesquisa com 2.015 pessoas nos primeiros cinco dias de abril. Para 87% delas, os pre\u00e7os aumentaram muito nos \u00faltimos meses, enquanto 8% responderam que os pre\u00e7os cresceram um pouco. No levantamento de novembro, 51% apontaram uma eleva\u00e7\u00e3o grande dos pre\u00e7os e 22% sentiram um pouco de aumento.<\/p>\n\n\n\n<p>Com a infla\u00e7\u00e3o sem dar tr\u00e9gua \u00e0s fam\u00edlias brasileiras, 76% dos entrevistados afirmaram que sua situa\u00e7\u00e3o financeira foi afetada pela alta generalizada de pre\u00e7os, sendo que 54% j\u00e1 consideraram que suas finan\u00e7as foram muito afetadas. O porcentual total \u00e9 semelhante aos 75% que se diziam impactos pela infla\u00e7\u00e3o em novembro, mas, naquela pesquisa, apenas 45% haviam apontado efeitos de maior magnitude sobre o or\u00e7amento dom\u00e9stico.<\/p>\n\n\n\n<p>Mesmo ap\u00f3s nove altas seguidas da Selic pelo Banco Central &#8211; de 2,00% ao ano para 11,75% &#8211; a perspectiva de novos aumentos na taxa b\u00e1sica de juros, a pesquisa mostra que 66% dos brasileiros esperam que a infla\u00e7\u00e3o continuar\u00e1 aumentando nos pr\u00f3ximos seis meses, sendo que 43% acreditam que os pre\u00e7os ainda v\u00e3o aumentar muito \u00e0 frente. No levantamento anterior, de novembro, 54% dos entrevistados apostavam na piora da infla\u00e7\u00e3o e apenas 29% estavam no campo mais pessimista da resposta.<\/p>\n\n\n\n<p>Embora mais pessoas percebam a alta da infla\u00e7\u00e3o e seus impactos na renda, diminuiu a quantidade de entrevistados que reduziram seus gastos. A pesquisa de abril mostra que 64% das fam\u00edlias colocaram o p\u00e9 no freio das despesas, ante 74% em novembro e 68% em julho do ano passado.<\/p>\n\n\n\n<p>Considerando apenas os entrevistados que afirmaram ter reduzido gastos nos \u00faltimos seis meses, 49% fizeram um corte grande de despesas, sendo que 19% consideraram inclusive muito grande. Na pesquisa de novembro, 58% tinham feito grandes redu\u00e7\u00f5es de gastos, sendo maiores ainda para 20% delas.<\/p>\n\n\n\n<p>A pesquisa mostra ainda que para 60% dos consultados agora, a redu\u00e7\u00e3o de gastos ser\u00e1 permanente. Al\u00e9m disso, 38% falam em continuar apertando as despesas nos pr\u00f3ximos meses, enquanto apenas 11% enxergam espa\u00e7o para gastar mais no per\u00edodo \u00e0 frente.<\/p>\n\n\n\n<p>Contas de consumo &#8211; luz, \u00e1gua, g\u00e1s -, alimentos e combust\u00edveis seguem sendo as prioridades no consumo dos brasileiros com pouco espa\u00e7o para cortes. J\u00e1 as despesas com vestu\u00e1rio, refei\u00e7\u00f5es fora de casa, eletr\u00f4nicos, material de constru\u00e7\u00e3o e TV por assinatura est\u00e3o na mira da redu\u00e7\u00e3o de gastos das fam\u00edlias.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;A guerra travada na Ucr\u00e2nia trouxe mais incertezas para a economia global, o que impulsiona a infla\u00e7\u00e3o e desperta o temor de retrocesso da economia em todo o mundo. Diante dessa conjuntura t\u00e3o dif\u00edcil quanto indesejada, o Brasil precisa adotar as medidas corretas para incentivar o crescimento econ\u00f4mico, a gera\u00e7\u00e3o de empregos e o aumento da renda da popula\u00e7\u00e3o. A principal delas \u00e9 a reforma tribut\u00e1ria. N\u00e3o temos como fugir disso&#8221;, considerou, em nota, o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade.<\/p>\n\n\n\n<p><em>Fonte : Economia.UOL<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Com a infla\u00e7\u00e3o persistentemente alta apesar das sucessivas eleva\u00e7\u00f5es de juros pelo Banco Central, a popula\u00e7\u00e3o tem sentido cada vez mais no bolso o peso da alta dos pre\u00e7os disseminada por todos os setores da economia. De acordo com pesquisa encomendada pela Confedera\u00e7\u00e3o Nacional da Ind\u00fastria (CNI), 95% das pessoas sentiram que tudo ficou mais caro nos \u00faltimos seis meses. O porcentual \u00e9 bem maior que os 73% registrados em novembro do ano passado. Os dados fazem parte da pesquisa &#8220;Comportamento e economia no p\u00f3s-pandemia&#8221;, realizada pelo Instituto FSB Pesquisa com 2.015 pessoas nos primeiros cinco dias de abril. 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