{"id":8110,"date":"2021-12-28T11:19:00","date_gmt":"2021-12-28T14:19:00","guid":{"rendered":"http:\/\/escritoriomodelo.com\/site\/?p=8110"},"modified":"2021-12-29T11:39:28","modified_gmt":"2021-12-29T14:39:28","slug":"ibge-desemprego-cai-para-121-mas-ainda-atinge-129-milhoes-de-pessoas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/escritoriomodelo.com\/site\/ibge-desemprego-cai-para-121-mas-ainda-atinge-129-milhoes-de-pessoas\/","title":{"rendered":"IBGE: desemprego cai para 12,1%, mas ainda atinge 12,9 milh\u00f5es de pessoas"},"content":{"rendered":"\n<p>A taxa de desemprego no Brasil caiu para 12,1% no trimestre de agosto a outubro. O resultado \u00e9 1,6 ponto percentual menor do que o registrado no trimestre anterior, de maio a julho (13,7%). Na compara\u00e7\u00e3o com o mesmo per\u00edodo de 2020 (14,6%), o recuo foi maior, de 2,5 pontos percentuais. Mesmo com a queda, o pa\u00eds ainda tem 12,9 milh\u00f5es de pessoas desocupadas. O n\u00famero \u00e9 10,4% menor do que o registrado no trimestre terminado em julho, em que 14,4 milh\u00f5es de pessoas estavam nessa condi\u00e7\u00e3o. Na compara\u00e7\u00e3o com o mesmo trimestre de 2020, a queda foi maior, de 11,3%. No ano passado, eram 14,6 milh\u00f5es de desocupados<\/p>\n\n\n\n<p>Os dados da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domic\u00edlios) Cont\u00ednua foram divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica) nesta ter\u00e7a-feira (28).<\/p>\n\n\n\n<p> Houve queda tamb\u00e9m no n\u00famero de pessoas desalentadas, ou seja, que desistiram de procurar trabalho. No trimestre entre agosto e outubro de 2021, 4,5% das pessoas que est\u00e3o na for\u00e7a de trabalho estavam nessa condi\u00e7\u00e3o. No trimestre anterior, eram 4,8%; no mesmo per\u00edodo do ano passado, 5,5%.<\/p>\n\n\n\n<p> O aumento no n\u00famero de vagas foi influenciado pelo com\u00e9rcio. O n\u00famero de ocupados no setor cresceu 6,4%, o que representa 1,1 milh\u00e3o de pessoas a mais trabalhando. J\u00e1 o aumento da ind\u00fastria foi de 4,6%, ou mais 535 mil pessoaNo mesmo per\u00edodo, mais 500 mil pessoas passaram a trabalhar no segmento de alojamento e alimenta\u00e7\u00e3o (11,0%). Na constru\u00e7\u00e3o, houve crescimento de 6,5% na ocupa\u00e7\u00e3o (ou 456 mil pessoas)<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;A conjuntura econ\u00f4mica do trimestre encerrado em outubro \u00e9 muito diferente da do mesmo per\u00edodo do ano passado. A recupera\u00e7\u00e3o j\u00e1 mostra um cen\u00e1rio muito mais favor\u00e1vel para a ocupa\u00e7\u00e3o.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p> Adriana Beringuy, coordenadora de Trabalho e Rendimento do IBGE<\/p>\n\n\n\n<p>Rendimento m\u00e9dio do trabalhador cai 11% em um ano<\/p>\n\n\n\n<p> Os dados do IBGE tamb\u00e9m apontam para queda na renda dos trabalhadores. Entre agosto e outubro de 2021, o rendimento m\u00e9dio mensal das pessoas ocupadas foi de R$ 2.449. Esse valor \u00e9 4,6% menor do que o registrado no trimestre anterior (R$ 2.566), e 11,1% mais baixo do que o do mesmo per\u00edodo de 2020 (R$ 2.756)<\/p>\n\n\n\n<p>A maior queda de rendimento foi registrada para os trabalhadores que n\u00e3o t\u00eam carteira assinada: eles receberam 8,9% a menos na compara\u00e7\u00e3o com o trimestre anterior. Para quem tem carteira assinada, a redu\u00e7\u00e3o foi de 3,6%; para empregados no setor p\u00fablico, de 5,8%<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Apesar de haver um crescimento significativo da ocupa\u00e7\u00e3o, a massa de rendimento permanece est\u00e1vel. Isso acontece porque o rendimento do trabalhador tem sido cada vez menor &#8211;seja porque a expans\u00e3o do trabalho ocorre em ocupa\u00e7\u00f5es de menores rendimento, seja pelo avan\u00e7o da infla\u00e7\u00e3o nos \u00faltimos meses&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>Adriana Beringuy, coordenadora de Trabalho e Rendimento do IBGE<\/p>\n\n\n\n<p>Considerando os setores da economia, houve queda no rendimento m\u00e9dio real dos trabalhadores em rela\u00e7\u00e3o ao trimestre anterior nas seguintes \u00e1reas:<\/p>\n\n\n\n<p> Administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica, defesa, seguridade social, educa\u00e7\u00e3o, sa\u00fade humana e servi\u00e7os sociais: -7,1%;<\/p>\n\n\n\n<p> Ind\u00fastria geral: -4,1%;<\/p>\n\n\n\n<p> Com\u00e9rcio, repara\u00e7\u00e3o de ve\u00edculos automotores e motocicletas: -2.8%<\/p>\n\n\n\n<p>Ocupa\u00e7\u00e3o cresce em seis das dez atividades<\/p>\n\n\n\n<p> Ainda segundo o IBGE, comparando o trimestre encerrado em outubro com o anterior, o n\u00edvel de ocupa\u00e7\u00e3o cresceu em seis dos dez grupamentos de atividades da pesquisa: <\/p>\n\n\n\n<p>Alojamento e alimenta\u00e7\u00e3o &#8211; + 11% ou 500 mil pessoas;<\/p>\n\n\n\n<p> Servi\u00e7os dom\u00e9sticos &#8211; +7,8% ou 401 mil pessoas;<\/p>\n\n\n\n<p> Outros servi\u00e7os &#8211; +7,1% ou 304 mil pessoas;<\/p>\n\n\n\n<p> Constru\u00e7\u00e3o &#8211; +6,5% ou 456 mil pessoas;<\/p>\n\n\n\n<p> Com\u00e9rcio, repara\u00e7\u00e3o de ve\u00edculos automotores e motocicletas &#8211; + 6,4% ou 1,1 milh\u00e3o de pessoas;<\/p>\n\n\n\n<p> Ind\u00fastria geral &#8211; +4,6% ou 535 mil pessoas<\/p>\n\n\n\n<p>Aumento no emprego com e sem carteira<\/p>\n\n\n\n<p> O aumento na ocupa\u00e7\u00e3o foi impactado pelo n\u00famero de empregados com carteira de trabalho no setor privado, que chegou a 33,9 milh\u00f5es, crescimento de 4,1% frente ao trimestre anterior. Isso significa 1,3 milh\u00e3o de pessoas a mais.<\/p>\n\n\n\n<p> &#8220;Do aumento de 3,3 milh\u00f5es de pessoas na ocupa\u00e7\u00e3o, 40% s\u00e3o trabalhadores com carteira assinada no setor privado. Essa recupera\u00e7\u00e3o do trabalho formal j\u00e1 vinha ocorrendo nos meses anteriores, desde o trimestre encerrado em julho. Ent\u00e3o, embora o emprego com carteira no setor privado ainda esteja em um n\u00edvel abaixo do que era antes da pandemia, vem tra\u00e7ando uma trajet\u00f3ria de crescimento&#8221;, explica Beringuy. <\/p>\n\n\n\n<p>Tamb\u00e9m no setor privado, o contingente de empregados sem carteira subiu 9,5% (ou 1 milh\u00e3o de pessoas). Essa categoria, no trimestre encerrado em outubro, somava 12 milh\u00f5es de trabalhadores.<\/p>\n\n\n\n<p> No mesmo per\u00edodo, o n\u00famero de trabalhadores dom\u00e9sticos sem carteira cresceu 8%, e o de empregadores sem CNPJ, 7,4%. Com isso, a taxa de informalidade chegou a 40,7%, o que corresponde a 38,2 milh\u00f5es de trabalhadores informais no pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n<p> Os trabalhadores por conta pr\u00f3pria aumentaram em 2,6%, chegando ao contingente de 25,6 milh\u00f5es. S\u00e3o 638 mil pessoas a mais nessa categoria.<\/p>\n\n\n\n<p> J\u00e1 o aumento dos trabalhadores dom\u00e9sticos foi de 7,8% tamb\u00e9m no confronto com o trimestre encerrado em julho, o que representa uma adi\u00e7\u00e3o de 400 mil pessoas. A maior parte desse aumento tamb\u00e9m veio do trabalho informal: 308 mil foram contratados sem carteira de trabalho assinada.<\/p>\n\n\n\n<p><em>Fonte : Economia.UOL<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A taxa de desemprego no Brasil caiu para 12,1% no trimestre de agosto a outubro. O resultado \u00e9 1,6 ponto percentual menor do que o registrado no trimestre anterior, de maio a julho (13,7%). 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